• Twitter
  • Facebook
  • Google+
  • Instagram
  • Youtube

O cantor

.


Octávio Cardozzo

Uma das grandes novidades da nova cena musical mineira.

Cantor e compositor mineiro, ex-participante do programa Ídolos (2009), da Tv Record. Figura popular e cultural de Belo Horizonte (MG), tendo se apresentado nas principais casas de shows e teatros da cidade.

Perfil

Deepak Bhagya

AGENDA

Shows para o 1º trimestre de 2016

Janeiro: 23 (Dalva Botequim), 28 (evento fechado) e 30 (Mercado das borboletas e Casa dos Desejos).

Fevereiro: 05 (evento fechado), 09 (Dalva Botequim), 27 (Samba rooms) e no carnaval (Dia 6 Então brilha, dia 8 Corte Devassa e dia 9 Haja amor).
Março: 12 (A Autêntica) e 19 (Dalva Botequim)
Abril: 02 (Cine Theatro Brasil), 16 (Dalva Botequim) e 30 (Cine Theatro Brasil).

CARREIRA

Um pouco da sua trajetória


História

  • 2015

    O carnaval | Artista popular

    2015 foi o ano em que o cantor se consolidou como artísta popular de Belo Horizonte, participando ativamente dos movimentos culturais da cidade, como o carnaval de rua, e sendo coordenador da Virada Cultural da UFMG, com a proposta de ocupar uma das maiores universidades do país com 24h de arte. Além disso, se apresentou ao lado de nomes importantes da nova cena autoral de Minas Gerais, como Kdu dos Anjos, Gustavito, Thales Silva, Di Souza e Rafael Dutra.

  • 2011-2014

    Trabalho autoral | Grupo "Alpercata"

    De volta à cidade de Belo Horizonte (MG), o cantor ingressa no grupo de música autoral "Alpercata". Em 2013 compôs a marchinha "Farinha das Neves" (com Marcos Ruffato e Renato Mendes), executada no Brasil inteiro, tocada por blocos de carnaval importantes da capital mineira e com mais de 30 mil acessos no YouTube. 2014 foi o ano da sua retomada à carreira solo com o show "Meu caro amigo Chico", em homenagem ao compositor Chico Buarque". Em seguida fundou seu próprio bloco de canrval de rua, o "Haja amor".

  • 2009-2011

    Programa Ídolos | Início

    Octávio Cardozzo começou a cantar em 2006, aos 16 anos, em um coral religioso. Mas foi em 2009 que começou a sua carreira profissional ao participar do programa "Ídolos", da TV Record, onde teve sua carreira apadrinhada por Marcelo D2 e onde conviveu com o ator e cantor Chay Suede. Um pouco antes já tinha participado da trilha sonora da novela "Amor e intrigas", também da TV Record, com a música "Acontecência". Em 2010 foi indicado ao prêmio de cantor revelação do "Portal Terra" e se apresentou em São Paulo e Rio de Janeiro com o show "Qualquer canto".

Shows e apresentações

  • 2015

    Virada Cultural | Cena mineira

    No ano de 2015 o cantor se apresentou em grandes casas da capital mineira. Em março e setembro na casa de shows Granfinos, em maio no Teatro Santo Agostinho, em março e agosto no Studio Bar, e em setembro n'A Autêntica e na Casa do Jornalista. Além disso foi destaque em sua apresentação na Virada Cultural de Belo Horizonte em um dos palcos principais, onde também se apresentaram "Graveola e o Lixo Polifônico" e Gustavito. Além disso, se apresentou nas cidades de Itabira, Pará de Minas, Itaúna, Uberlândia e Iguatama.

  • 2011-2014

    o começo | Belo Horizonte

    O início em Belo Horizonte foi marcado pelo seu ingresso no grupo "Alpercata", se apresentando no Conservatório da UFMG, n'A Casa de Cultura e no Festival Internacional da Diversidade Cultural. Em 2013 foi a vez da participação no evento internacional "Sofar Sounds" e em 2014 pela estreia do show "Meu caro amigo Chico" na Virada Cultural da UFMG. Participou, ainda, do "Festival de Inveno de Itabira e do Concurso de Marchinha Mestre Jonas.

  • 2009-2011

    São Paulo e Rio de Janeiro | TV

    Com o show "Qualquer canto", fez temporada longa na Casa Santa Aldeia, em São Paulo, e na Botafogo, no Rio de Janeiro. Fez, ainda, apresentações em Uberlândia, Itabira e Iguatama (MG).

Postagens recentes


Octávio Cardozzo se junta a Gustavito, Kdu dos Anjos, Rafael Dutra e Thales Silva numa homenagem ao compositor Milton Nascimento

Foto de Pedro Simões

O projeto "Das montanhas" reúne o talento de cinco importantes cantores e compositores mineiros, de diferentes estilos, de uma forma diferente do que costumamos ouvir: interpretando outros compositores.
O grupo é formado por Gustavito, Kdu dos Anjos, Octávio Cardozzo, Rafael Dutra e Thales Silva, que nesta edição fazem suas releituras de canções do mestre Milton Nascimento, entre solos e duetos.

A banda é encabeçada pelo guitarrista PC Guimarães, e conta ainda com Fernando Monteiro “Feijão” (bateria) e Rodrigo Magalhães (baixo). Além deles, Vinicius Mendes se apresenta como instrumentista convidado.



A única pretensão do grupo é promover um encontro de músicos inspirados, compartilhando suas vivências e influências num show único, como se estivessem na varanda de casa.


Serviço:
Projeto "Das montanhas"
Dia 12 de Março, às 22h
N’A Autêntica
Entrada: R$ 15,00 (antecipado) e R$ 20,00 (portaria)
Compre on-line aqui: https://www.sympla.com.br/das-montanhas---gustavito--kdu-dos-anjos--octavio-cardozzo--rafael-dutra--thales-silva__57850

Produção e Comunicação: Peleja


Contato: Yara Mourthé (9581-6775)

Na vitrola do Cardozzo: Canto de Ossanha


Junto com "Berimbau", a canção "Canto de Ossanha" é uma das mais regravadas do disco "Os afro-sambas", de Vinicius e Baden Powell, e da história da música brasileira.
Música de abertura do disco, gravado em janeiro de 1966, carrega a essência simples de influência dos cânticos do candomblé com toques clássicos do violão de Baden, constituída em tom menor, que dá o tom misterioso da canção e de autonegação em orações simples que a letra impõe durante toda a música.
Ossanha é a entidade do axé, o orixá Ossaim, conhecedor das ervas e, sem a sua evocação, nenhum ritual pode ser iniciado no candomblé. Como todo orixá, é ambivalente e a canção se desenvolve justamente nisso.
É traidor e de quem Xangô sempre desconfia e, ao mesmo tempo, conhecedor das ervas, possuidor do axé e que dá movimento.
Não se deve cair no canto de Ossanha para esquecer o novo amor, utilizar da mandinga para águas passadas, e sim para o novo, para o futuro: "...eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer na manhã de um novo amor".
Essa é uma das canções clássicas da música popular brasileira. Letra do nosso "branco mais preto", como ele mesmo dizia.

Versão original do LP de 66:https://www.youtube.com/watch?v=Agk17u13U-o
Melhor interpretação, em minha opinião, é a de Fabiana Cozza: https://www.youtube.com/watch?v=ae4e02lHo9M

Na vitrola do Cardozzo: Gal Costa (Estratosférica)



Demorei um pouco pra comentar o novo álbum da Gal Costa, lançado em Maio último. Não por não dar importância, mas por esperar as férias para escutá-lo com a qualidade dos graves do som lá da casa da minha mãe. Que bom!

Dos quatro grandes que comemoram 50 anos de carreira em 2015 (Além de Gal, temos também Caetano, Gil e Bethânia), certamente ela foi a mais feliz. Ao invés de resgatar o passado, acertou ao olhar pra frente e encarar o que de bom anda pipocando na música brasileira atual. Se aliou aos produtores Kassin e Moreno Veloso (os mesmos do seu último) e gerou o "Estratosférica". Uniu seus parceiros de longa data, como Marisa Monte (Faixa 11) e Tom Zé (Faixa 8), aos recentes Mallu Magalhães (Faixa 7, a melhor do disco) e Céu (Faixa 3, que batiza o disco).
Mallu foi uma surpresa. Rompeu com meu preconceito. Porém, o mérito é de 90% da Gal, que elevou a composição da novata. Outro destaque é "Sem medo, nem esperança", um rock que abre o disco e que recebeu versos refinados de Antônio Cícero, e que dá o tom do que virá no disco e do que pretende dizer a cantora: "Nada do que fiz, por mais feliz, está à altura do que há por fazer". Promoveu ainda os encontros entre Caetano e seu filho Zeca Veloso na canção mais doce, "Você me deu" (Faixa 13); entre Marcelo e seu irmão Thiago Camelo em "Espelho d'água" (Faixa 6); e entre Criolo e Milton Nascimento em "Dez anjos" (Faixa 5). Se aventurou num samba pra lá de moderno, "Por baixo", de Tom Zé (Faixa 8) e recuperou uma composição do injustiçado Johnny Alf em "Ilusão à toa (Faixa 14 e que encerra dignamente o disco).
Uma mistura de ritmos, entre baladas, ijexás, sambas, misturados à música eletrônica. Está tudo lá: a Gal tropical com a romântica e a moderna. Seus graves melhoraram muito com o tempo. Danada! E até nas músicas românticas ela conseguiu inovar e superar o que já foi feito.
Está mais pop, leve e descontraída 
Emoticon heart


Na vitrola do Cardozzo toca agora e até o fim do dia: #Estratosférica, de Gal Costa.


Na vitrola do Cardozzo: Banda Djambê (Encruzilhadas)



Tirei a poeira da minha vitrola e botei pra tocar o novo álbum da Djambê Banda, um dos melhores lançamentos do ano e que eu ainda não havia comentado.
O grupo foi muito feliz ao nomeá-lo "Encruzilhadas". Ao longo do disco, você é colocado contra a parede e convidado a sair de cima do muro. As bandeiras do respeito, da diversidade e do amor são levantadas, tanto nas letras quando nos arranjos, que misturam ritmos africanos e brasileiros ao rock. Também uma mistura muito feliz.

Destaque para as faixas "Linha de impedimento" (Faixa 5), que define bem o som da banda e sua identidade, e "#EuNãoMereço" (Faixa 7), já conhecida e que virou um hino!

A faixa que eu escolheria para um show meu, sem dúvidas, seria "Cativeiro" (Faixa 8), que também merece ser vista no show ao vivo. É a melhor interpretada.
Encerro registrando minha admiração aos queridos Emilio, cuja presença no palco é invejável, e Priscila Glenda, uma ótima aquisição à banda, dando um contraste vocal lindo <3
Emoticon heart




Na vitrola do Cardozzo: Rafael Dutra (Oásis de vidro)



Rafael Dutra foi uma grata surpresa em 2014. Eu estava escutando alguns artistas aleatoriamente no SoundCloud e começou a tocar "Menino", canção que integra o recém-lançado disco desse compositor, e hoje amigo querido, chamado "Oásis de vidro". Sua extensão vocal me chamou a atenção e, logo depois, fui a alguns shows dele, onde comprovei seu potencial e o convidei para cantar comigo (e foi lindo!).
O disco é um misto de influências refinadas, executadas por músicos que tenho muito apreço, como Christiano de Souza e Fernando Delgado, além do próprio Rafael e mais dois outros músicos, Ricardo Campos e Pedro Delgado. Os arranjos são de extremo bom gosto, respondendo exatamente o que cada canção pede. As participações são de escolha delicada, deixando o disco com gosto de quero mais. É uma surpresa atrás da outra!
Destaco as faixas "Menino" (faixa 5), minha preferida desde o primeiro segundo em que a escutei no SoundCloud. Ela me traz uma nostalgia gostosa de sentir. Outro destaque é "Já passa da hora" (faixa 4), com a participação da querida Irene Bertachini, o ponto alto do disco em minha opinião. Outra participação mais que especial foi a do mestre Sérgio Pererê em "O leviatã" (faixa 7). "Aurora de mil tons" (faixa 6), ao que parece, é uma homenagem delicada ao Milton Nascimento, e representou bem. E eu escolheria "Seca estação" (faixa 2) para um repertório meu, numa mistura de ritmos brasileiros muito bem colocados.
Unir tantas influências, manter a essência da letra e ainda assim com ar de originalidade, é sempre uma boa pedida na vitrola do Cardozzo Emoticon wink

Para ouvir on-line: https://soundcloud.com/rafaeldutra/
Para baixar: http://www.ojardimeletrico.com.br/exclusivo-rafael-dutra-oasis-de-vidro/

Na vitrola do Cardozzo: A fase rosa (Leveza)


Ser músico vai muito além de tocar uma hora aqui, outra ali. Ser músico é uma função. São poucos os que têm consciência da importância social desse ofício, de como influenciamos a vida das pessoas. E esse é um papel que A fase rosa cumpre muito bem.
Lançado há poucos dias, o disco "Leveza" vem carregado de preciosidades. São músicas para dançar, para cantar e também para pensar. As letras do querido amigo Thales Silva têm de ser apreciadas, e não somente escutadas. É um retrato da atual efervescência cultural de BH, construída por base de união social.
Eu destaco "A praia", o single do disco, que faz referência ao movimento da Praia da Estação, em BH. Mas vai além: é uma crítica bem construída à opressão cultural, com frases como "Mesmo se o prefeito não deixar, a praia vai rolar". Os ritmos misturados nos remetem de imediato ao clima das tardes politizadas nas mobilizações.
Outros destaques são "Paraíba", que aproxima a musicalidade do Nordeste com a mineira, citando Luiz Gonzaga, e a interessante desconstrução do machismo: "Paraíba masculina, mulher forte e feminina"; e "Florzinha", a música mais formosa do disco, que eu cantaria em um show meu.
A influência de Caetano Veloso é percebida do início ao fim, desde os arranjos até a interpretação do vocalista, que também é o compositor da maioria das músicas. A vitrola de hoje está mega tropical! Vale a pena conhecer e degustar 
Emoticon wink
 

Para escutar on-line: https://soundcloud.com/afaserosa


Na vitrola do Cardozzo: Criolo (Convoque seu Buda)


Desde que conheci o Criolo, meu coração decretou paixão eterna. Se tornou uma grande referência musical para a minha carreira, e referência social para a minha vida pessoal.
Confesso que fiquei um pouco receoso em escutar seu novo disco, de tanto que gostei do último, lançado há 3 anos. Bobagem! Cá estou eu, refém desse cara novamente.
Criolo consegue fazer algo que almejo muito como cantor: manter a sua essência musical, mas sempre valorizando a cultural brasileira e sua diversidade rítmica. E no novo disco isso foi mantido. Outro destaque é a critica social convergente com a situação política atual, uma convocação à união de crenças em favor de uma sociedade diversa e saudável.
Meus destaques são "Casa de papelão" (faixa 4), arrebatadora e de emoção sincera, e "Fermento pra massa" (faixa 5), que eu cantaria facilmente em algum show.
Cheio de ironia, simplicidade e arranjos inquestionáveis. Esse é disco da vitrola de hoje: Convoque seu Buda (Criolo), disponível para download em http://www.criolo.net/convoqueseubuda/
Escute on-line em http://www.youtube.com/watch?v=HncAs9LeyIQ

Na vitrola do Cardozzo: Maria Bethânia (Meus quintais)


Falar de Maria Bethânia pra mim é falar de mim mesmo. Maricotinha é minha maior inspiração como pessoa e como profissional. Chego a me sentir íntimo, de tão grande apreço sinto pela sua alma. E como é bom ver essa alma ainda presente, e depois dos 50 anos de carreira, em seu disco mais recente: "Meus quintais".

Talvez o disco mais biográfico de Bethânia, ou mesmo um resgate. Fato é que, já no nome do disco, temos bem claro que escutaremos a menina Bethânia cantando, aquela que cantava com Caetano nos galhos das árvores do quintal de Dona Canô. Cantando seu povo, seus ancestrais, sua infância e as pessoas queridas ao seu coração.
A cantora transita por ritmos já esquecidos, leva as culturas indígenas ao protagonismo, traz o clima de roda de viola nos quintais da Bahia de volta. Os três principais compositores do disco dispensam apresentações: Chico César, Paulo César Pinheiro e Roque Ferreira. Os arranjos foram coletivos, sob supervisão e produção de Jorge Helder, o baixista mais desejado do Brasil (Chico Buarque, Edu Lobo, Rosa Passos...). Destaco ainda os pianos de André Mehmari.
Músicas para ouvir com atenção: "O arco da velha índia", que Chico César escreveu sobre a personalidade de Bethânia que, como ele mesmo diz na letras, é corda vocal insubmissa. As letras de Paulo César Pinheiro em "Alguma voz" e "Candeeiro velho" são um primor. Uma releitura muito formosa foi a de "Lua bonita", já gravada por Raul Seixas. As demais, não menos necessitadas de atenção, mantêm a elegância da interpretação de Bethânia.
Mais que um mergulho no universo de Bethânia, sua essência e trajetória, "Meus quintais" é um mergulho na necessidade de se reconhecer quem são os verdadeiros donos desta terra, de onde tudo teve início há mais de 500 anos. É um quintal de recordações.



Contato

Envie a sua mensagem!


E-mail | A/C Yara Mourthé

pelejamusical@gmail.com

Telefone

+55 31 9 9581-6775

Website

www.ocardozzo.blogspot.com.br